Nascida e criada na cidade de São Luís, a agente de fiscalização Patrícia Araújo conhecia bem os conflitos da Reserva Biológica do Gurupi antes mesmo de concorrer a uma vaga de técnica na unidade de conservação. Formada em História pela Universidade Federal do Maranhão, Patrícia já havia estudado as consequências do povoamento desordenado da Amazônia durante a ditadura militar, especialmente em seu estado natal. “Mesmo sendo uma unidade de proteção integral, eu sempre soube que a Gurupi era diferente e teria espaço para um trabalho socioambiental, pertinente à minha área de formação”, conta.

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