O bioma mais rico em biodiversidade do mundo guarda muitas perguntas. Por isso, algumas unidades de conservação apoiadas pelo ARPA destinam parte dos seus recursos para apoio e logística de projetos de pesquisa científica. Do Mato Grosso a Roraima, passando pelo Acre, já nasceram levantamentos inéditos de biodiversidade, descoberta de espécies, publicação de livros e até a descoberta de novos talentos para a gestão.
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