Com sua carne e seus ovos disputadíssimos em mercados legais ou paralelos, a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) já figurava entre as espécies endêmicas ameaçadas de extinção na década de 1970. Um dos répteis mais antigos do mundo, o quelônio de água doce quase não resistiu à caça predatória. Quatro décadas mais tarde, o consumo da carne e dos ovos dos quelônios ainda é um problema. Mas 34 unidades de conservação que contam com recursos do ARPA para a fiscalização da desova respiram aliviadas. No período 2017-2018, o programa destinou mais de R$ 1 milhão para este fim.
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