“Eu posso morrer a qualquer hora, mas quero que vocês garantam que a luta continua”. As palavras de Chico Mendes durante sua última visita ao acampamento de seringueiros e agricultores em Sena Madureira, no Acre, ainda ecoam na cabeça de Aldeci Cerqueira Maia, o Nenzinho. Era outubro de 1988, e o jovem de 26 anos reafirmou naquele momento a promessa feita à mãe seringueira Joventina, em seu leito de morte: não arredaria pé da comunidade Cazumbá-Iracema, e lutaria pelo direito de sua família e de seu povo viverem do extrativismo.

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